É o que basta.
“Talvez tivesse um jeito delicado de pedir: Ei, não engaiolem meus sentimentos.
Vocês querem o meu amor ou meu corpo ‘inlúcido’ em suas mãos?
Sinto-me dono de mim, e não há ninguém capaz de me roubar assim.
Deixe que eu seja quem sou: Louco, desvairado, exagerado, insano, desligado, destrambelhado, desacomodado, e tantos outros defeito-qualidades que for.
Se não te agrada o meu desagrado -confesso que quase sempre sem querer- me delete, me esquece, não insista em minha mudança de personalidade.
O que não se aceita, se respeita! E basta.”
(Rafie Andrade)
