Meu sangue errou de veia e foi parar nos versos, transbordou-se em plenos tons, fez de mim canção.
(Rafie Andrade)
Rédia
Ela é a garota perfeita, e eu o seu cara errado.
Eu poderia ter todas, mas quando estou com ela esqueço de todo o resto.
Ela é a garota ideal, e eu mais um pervertido.
Eu poderia quebrar seu coração, mas se eu o fizesse, quebraria o meu também.
O vilão preso a mocinha.
É bem como eu me sinto: Um leão indefeso.
Eu pensei em roubar seus beijos, mas você dominou os meus sentidos.
(Rafie Andrade)
Tanta (L)oucura.
Merda, merda, merda… O que eu estou fazendo aqui?
Calma. Calma o cacete. Eu estou desesperada. Eu pensei em você o dia todo, e isso me assusta. Sai da minha cabeça, anda. Não, não anda. Fica, não vai embora. Olha, eu não sei o que está acontecendo, mas é demais pra mim sentir isso tudo. E eu me desesperei quando percebi que estava escrevendo sobre você. Eu não posso, entende? Eu quero, mas você não pode. Você não quer, mas eu posso.
Não me liga, não suportaria ouvir sua voz. Vem me ver, não quero sentir a sua falta.
Me esquece. Eu sei, não tem jeito. Você não se lembra.
Quer saber? Cansei!
Espera… não foi de você.
É que não é fácil. Não quero admitir.
Eu te amo.
Adeus!
(Rafie Andrade)
Entre você e eu
“As pessoas não sabem o que as outras sentem, e mesmo assim insistem em julgar. Eu disse que sentia a falta dele, não que queria voltar. Assumi que ele era realmente especial, não que fosse o único. Confessei até sobre seu sorriso, ah… aquele sorriso… Mas eu preferi o meu!”
(Rafie Andrade)
In-declarar à Julieta
“Não dava mesmo para pregar os olhos. A cabeça latejava, e não havia remédio que resolvesse. Sintomas de culpa. Desespero. Não era comum, era sufoco de vida. Uma vontade de me entregar, de abrir os braços e ir correndo para o seu abraço. De aproveitar esse seu sorriso, que eu preciso tanto. E lembrei que Clarice disse que escrever é bom, alivia, que uma linha bastaria para salvar meu próprio coração… E não havia outro jeito, eu não poderia ser tão grosseiro a ponto de te ligar durante a madrugada só para me lamentar por ter te perdido pelo caminho; eu mal conseguiria me explicar. E talvez eu esteja escrevendo não para salvar meu coração, mas o pouco de mim que, eu sei, ainda vive em você.” (Rafie Andrade)
Entra em cena, plis!
“Não tô te pedindo o dia, só uns minutinhos tá bom demais. Não quero toda a sua atenção voltada à mim, mas seria bom se me olhasse nos olhos enquanto eu te olho. Não precisa de muita coisa, é até bom que não faça nada por obrigação, mas faça alguma coisa.” (Rafie Andrade)
Nua e crua, sentimental.
“Eu queria mesmo era te lembrar de não me esquecer, dar a louca e te ligar de madrugada, ir na sua rua, bem na porta da sua casa e te chamar, mandar mensagem sendo bem direta e assumir “Ei, tô com saudade, vem me ver!”. Mas não dá, isso é com você. É a sua parte no Se apaixonar… Não quero ser a tal psicopata e te deixar com medo; a descontrolada e te controlar. Tenho só que ser sincera agora, tenho me segurado muito com você, e a verdade é que eu não quero, não posso. Não dá pra fazer papel de tanto faz, mentir pra mim mesmo e so-rrir. Nunca, ninguém, conseguiu controlar o coração e dizer Tchau, sem a esperança de te encontrar outra vez.”
(Rafie Andrade)
Sobre prender-se ao outro.
“Mulher não prende homem; Homem não segura mulher. Ninguém é de ninguém, até que se exista amor.” (Rafie Andrade)


